Uma breve discussão acerca da Filosofia e da Linguagem Por: Alex Swander (UERJ, SME/RJ, SEE/RJ, CiFEFiL)
INTRODUÇÃO
O que escrever sobre um tema tão fascinante, mas, paradoxalmente, relegado pela ignorância de muitos para o segundo plano? A priori, é bem verdade que a maioria das pessoas não sabe sequer definir o que é ciência e a imagem que se constrói do cientista é por demais estereotipada. Se rastrearmos o pensamento da antigüidade clássica, perceberemos que lá se fazia uma distribuição dos saberes por áreas do intelecto. Desta feita, havia o chamado “septenium das artes gregas”. Mais à frente, encontramos uma dicotomia que elencava o seguinte: “artes liberais” e “artes mecânicas”. Não podemos ignorar a máxima de que o verbete ciência encerra, dentre as suas várias acepções, a noção de que “é o conjunto dos saberes acumulados ao longo dos séculos a partir de uma dada metodologia, sendo o produto de uma intensa observância factual e sistemática. A título de ilustração, julguei pertinente apresentar uma definição dicionarizada(cf. BUENO, 1992, p. 259), onde se lê o seguinte:
Ciência, s.f. Conhecimento; saber que se adquire pela leitura e pela meditação; conjunto de conhecimentos coordenados relativamente a determinado objeto.
A partir das informações supracitadas, creio que podemos avançar para a problemática que norteia o presente texto. É sabido que, nos dias de hoje, com o advento do imediatismo da informação, muitas pessoas estão cada vez mais movidas pelo reducionismo. Ora, pensemos criticamente, até que ponto podemos acreditar no fortalecimento de uma universidade no Brasil, se não for alicerçada na pesquisa científica e na posterior difusão de novas tecnologias, constituindo o trinômio “ensino, pesquisa e extensão”? Um outro problema para o qual alerto é que um profissional pode apresentar um significativo volume de leituras, ter uma razoável titulação acadêmica e ainda assim ser um analfabeto científico pelo simples fato de não dominar os mecanismos básicos da atividade científica. Retomando a gênese da ciência no período clássico, podemos constatar que o pensamento científico encontrou condições únicas para o seu desenvolvimento, quando abdicou-se de um senso comum marcado por uma profunda religiosidade que beirava o abismo da superstição, arrolando os eventos da natureza à própria intervenção dos “deuses”, segundo supunha o imaginário mítico. A partir do fomento de uma consciência crítica e reflexiva, legitimou-se a importância do método, da observação sistemática e da conseqüente formulação de hipóteses acerca dos mais diversos fatos encontrados na natureza. Quanto ao que vem a ser o método, sabe-se que existem muitas definições, conforme propalou LAKATOS (1985, p.40-41 apud HEGENBERG, 1976, p.115-116 et alii). Na concepção moderna, o método científico se baseia na formulação equilibrada de hipóteses que obedecem aos patamares delimitadores do pensamento, seguindo o seguinte esquema: coerência, exaustividade e simplicidade. Assim, diante de iminência de uma hipótese por demais escatológica, cabe ao cientista valer-se do princípio da coerência atrelado à simplicidade, de maneira a chegar ao resultado final de uma hipótese inicial de pesquisa, a fim de estabelecer uma contribuição para a posteridade. Tal procedimento exige muito do estudioso e, para tanto, ele precisa ser um “poliglota versado nas mais diversas áreas do conhecimento”. Segundo o Estruturalismo, o conhecimento humano é fruto da natureza estrutural. Assim, a experiência presente altera o significado do passado. Bachelard desenvolveu seus estudos de maneira a valorizar a Epistemologia da ciência (estudo dos avanços científicos), o racionalismo (império da razão) e o realismo (anatomia da realidade). Segundo o estudioso, existe uma diferença filosófica entre o espaço que se “olha” e o espaço que se “examina”. Tal diferença se fundamenta pelo fato de que o espaço “que se olha” é “representado” em detrimento de ser um espaço “real”. Só a Filosofia pode fornecer o entendimento acerca de tal aspecto. Bachelard ainda fala acerca de um “Racionalimo Aplicado”, fornecendo a base teórica para a diferentes modalidades de experimentação. Doravante, a teoria necessita de seu correlato experimental para que se possa confirmá-la. Bachelard opõe-se a Descartes na instância de que não há idéias simples, apenas complexidades. Existe, com efeito, uma ruptura com o racionalismo cartesiano que defende o trinômio “coerência, exaustividade, simplicidade”. Bachelard denominará como sendo o “surracionalismo” o processo de revitalização do racionalismo a partir do mundo material tal como o “surrealismo” é, por seu turno, a revitalização do realismo a partir do sonho. Sendo assim, “a imaginação produz imagens e o pensamento produz conceitos”(cf. LECHTE, 2003, p.18). Mikhail Bakhtin é considerado uma referência nos estudos da Literatura no século XX. Conhecido por seu discurso novelístico da teoria do romance (onde verificamos o caráter translingüístico da palavra, encapsulando vários significados), pelo conceito de romance dialógico e polifônico, como se pode verificar em seus estudos em Dostoievski (em cuja ficção existem várias vozes) e pelo conceito de carnavalização, onde o riso emerge de maneira descompromissada, sem propósito. Ao contrário do princípio de pão e circo, as próprias pessoas são o carnaval. Nele, as pessoas são sujeito e objeto ; atores e espectadores. Contudo, salienta Bakhtin, que o carnaval , na modernidade, assume uma outra conotação: o riso foi reduzido a um processo de degradação e o corpo, um objeto de profanação. A “máscara” do carnaval é distorcedora, simbólica e representa a mudança. Segundo Bakhtin, o escritor se utiliza de várias linguagens, a fim de que ele não se entregue a única somente. O estudioso, ainda, critica os estudos de Saussure no que se refere à dicotomia “langue e parole”. Para ele, Saussure ignorou gêneros discursivos . Logo, na explicação da importância da linguagem, a utilização da langue tornou-se duvidosa. Além disso, para entender a parole, é imperativo que se leve em consideração as motivações discursivas, entonação e circunstâncias pragmáticas. Bakhtin, ainda, rejeita a tendência estruturalista de analisar os textos de maneira determinística (autônoma). Georges Ganguilhem rompe com a abordagem tradicional que valorizava a experiência passada em detrimento do presente. As disciplinas dos séculos XVII e XVIII não deviam servir de paradigmas para as disciplinas dos séculos XIX e XX, pois tal procedimento não passa de uma ilusão de retrospectividade, até porque o que caracteriza a ciência não é a continuidade, mas a descontinuidade. O objetivo de Gauguilhem não é o descobrimento da verdade, mas a importância de se legitimar o caminho que nos leva a ela. O estudioso rompeu com a idéia de que a medicina é “a ciência da morte”. Pelo contrário, a própria vida implica em um processo de morte. A saúde, portanto, não é um estado em que inexiste a doença, mas a capacidade de se restaurar um determinado estado anterior.“o homem sadio não foge de ante os problemas colocados por rupturas às vezes súbitas de seus hábitos (...) ele mede sua saúde em termos de sua capacidade de superar crises orgânicas para estabelecer uma nova ordem” (cf. LECHTE, 2003, p. 28).
Segundo Jean Cavaillès, a ciência é desenvolvida estruturalmente, isto é, por condicionamento. “o verdadeiro significado de uma teoria não está no que é compreendido pelo cientista como essencialmente temporário, mas num via-a-ser conceitual que não pode ser detido” (cf. LECGTE, 20003, P. 31 apud CAVALIALLÈS). O conceito de estrutura, segundo o estudioso em questão, refere-se a uma metalinguagem da ciência a serviço de si mesma. Em outras palavras, “a lógica da ciência, então, está dentro de sua demonstração, que é estruturada falando a respeito de si mesma (id ibdem). Freud, sem sombra de dúvida, é um nome que se constitui como sendo uma unanimidade no que diz respeito ao termo “psicanálise do século XX”. É importante ressaltar que o estudioso não exerce absoluto controle acerca de aspectos como: vida, morte, prazer, ego, haja vista que existe uma instabilidade, um caráter fluídico em relação a tais conceitos. Freud foi influenciado por Martin Charcot, que defendeu o uso da hipnose sem eus diagnósticos clínicos, onde o paciente era induzido a um estado de relaxamento e, uma vez revivendo suas experiências traumáticas, acontecia, de fato, a catarse. A partir da manipulação de significados (catalogados em conversas e interpretações), Freud evidenciou que existe “uma cura pela fala”, de maneira que a tensão sendo liberada (catarse), o processo de cura para a histeria (pânico) se torna evidente. Para tanto, Ele se utilizou do caso “Anna O” como se constata na obra “Estudos sobre a histeria”. UM outro caso catalogado e o de “Emma”. No caso em questão, descobriu-se que o motivo de ela demonstrar tanto medo de ir sozinha às lojas se deve a um trauma que, inicialmente, remonta aos seus doze anos de idade, onde ela foge desesperadamente de uma loja após dois funcionários que riram dela. A partir do modo freudiano, descobriu-se que, subjacente, a tal evento, há um outro que remonta aos oito anos de idade de Emma, quando ela foi molestada por funcionários de uma loja. Como ela era muito inocente, tal experiência foi traumática na memória e inocente como evento. Já a segunda experiência foi traumática como evento e inocente na memória. Este quadro reflete que os traumas devem ser explicados de maneira retrospectiva. Freud, na obra “A interpretação dos sonhos” situou o deslocamento como sendo um recurso através do qual o sonho atua de maneira a disfarçar a mensagem inconsciente dos sonhos. Entretanto, convém ressaltar que não existe um limiar exato que possa definir o sonho em termos de interpretação. Sendo assim, cada imagem deve ser interpretada de maneira única, ou melhor, inédita. A partir disso, entendamos que o sonho deve ser compreendido não como uma linguagem propriamente constituída, mas como um idioleto. Partindo desse ponto, torna-se patente o entendimento segundo o qual a obra de Freud influenciou outras áreas do conhecimento, como por exemplo, a própria Lingüística. A amplitude da extensão da linguagem apresentada por ele permitiu uma contribuição teórica na interpretação de textos. Segundo o estudioso, um significante pode apresentar vários significados. Freud é, ainda, o idealizador do “complexo de Édipo”, onde o mito do “pai devorador” confrontado pelos filhos se faz presentificado. Os filhos, todavia, segundo um sentimento de culpa, sentem-se compelidos a purgação de seus atos de maneira extrema.qualquer conceito de trauma em um sentido humano tem de levar em conta seu significado retrospectivo. (cf. LECGTE, 20003, P. 35 apud FREUD).
Segundo Freud, o “prazer” passa pelos domínios de Eros e mergulha no plano derradeiro de Tanatos e o que antes era ordem (vida) torna-se disperso (morte). Em tese, no que se refere aos mecanismos da consciência, temos o seguinte raciocínio: Id (princípio do prazer, impulso dionisíaco, epicurista), ego (mediador) e superego (princípio da censura , impulso apolíneo, estoicista). Um elemento de complicação neste estudo é a questão concernente ao ego na condição de “ego-sujeito”como objeto de si mesmo, o que explica o narcisismo. Em síntese, há duas visões acerca do ego: a primeira é aquela em que ele incorpora o Id e o superego; na segunda, o ego ao invés de encapsular Id e superego, atua como um mediador entre um e outro. Para Marcel Mauss, em todas as relações humanas existe a troca; desde o casamento até a troca de presentes materiais, onde a matéria se encontra impregnada de energia do outro. Isto se chama dádiva. Não participar de esquema significa estar passivo da guerra. Um outro conceito que emerge dos estudos de Mauss é o de “mana”. Diga-se de passagem que tal conceito é de difícil definição, posto que o “mana” é mais que um impulso; constitui-se como uma ação, uma qualidade, um estado. Ele pode se mostrar polissêmico e deve ser interpretado sincronicamente. Sendo assim,A gramática de uma linguagem natural está imediatamente presente na consciência de um falante nativo. (cf. LECGTE, 20003, P. 41 apud MAUSS).
Maurice Merleau-Ponty sofreu influência de Saussure nos estudos da linguagem e questionou Sartre relação à dicotomia sujeito/objeto. “Se a dicotomia sujeito/objeto estivesse correta, então todo o sentido partiria dos homens, e todo o sentido para mim mesmo partiria de mim mesmo.” (cf. LECGTE, 20003, P. 43 apud VICENT DISCOMBES). Merleau-Ponty confirmou a importância da experiência vivida em relação à apreensão das linguagens. Além disso, o filósofo em questão refere-se à “epoché” de maneira a compreendê-la como sendo a desconexão do mundo natural em sua objetividade. Partindo da “epoché”de Husserl, Merleau-Ponty rompe com o paradigma da dúvida do sistema de Descartes e se coloca contra a abstração cartesiana. Ora, se “ser um corpo é estar atado a um certo mundo”, a percepção não é fruto da atuação do mundo sobre nós, pois somos parte de um mesmo universo. Aquilo que é percebido equivale a aquilo que se diz a respeito dele e o sujeito se encontra em constante estado de mutação, de renascimento, de modo que não existe um sujeito absolutamente autônomo e a certeza das idéias se fundamenta na certeza da percepção. “Eu percebo” não é equivalente a “eu penso”. Merleau-Ponty, a partir da Lingüística Saussureana, confirma a sua fenomenologia, de sorte que a linguagem deve ser vista não em seu aspecto histórico, mas de maneira sincrônica, isto é, concebendo-a em sua realização presentual. É imperativo que se entenda a linguagem em sua intimidade, de modo que o seu estudo não pode ser reduzido à perspectiva histórica. Suplantando a “langue” (sistema), a linguagem não é duplamente articulada, pois o significante é independente do significado. Merleau-Ponty concentra seus estudos no significado (sentido). Concentrando-se exclusivamente na “parole”, o fenomenologista acaba por isolar o “eu falo” do “nós falamos”, o que é compreensível, pois a “langue” é coletiva enquanto a “parole” é individual. Emile Benveniste “golpeia” o behavionismo, evidenciando que a linguagem humana, diferentemente da linguagem das abelhas, cujo sistema de sinais se baseia no mel, não se encontra restrita ao patamar da relação extímulo-resposta. A linguagem humana abarca inúmeros conteúdos. Observando a linguagem humana como como um objeto lingüístico-semiótico e como veículo de subjetividade, podemos vislumbrar a língua como um “instrumento de poder” ao mesmo tempo que ela é “o maior produto e veículo de uma cultura”. Além disso, o dinamismo da subjetividade é visto em seus estudos acerca da polaridade “eu/você”, de modo que a instância presente do discurso contem o “eu”, ao passo que o “você” é definido da seguinte forma:“indivíduo a quem se fala na instância presente do discurso contendo a instância presente do discurso contendo a instância lingüística de você”. (cf. LECGTE, 20003, P. 57 apud BENVENISTE).
Sendo o discurso a realização da linguagem, a Lingüística deve compreender o dinamismo da linguagem, daí o sujeito na linguagem ser uma entidade indissociável da sua realização. Com isso, entendemos a importância dos enunciados nos mais diversos contextos, onde os marcadores discursivos passam a incorporar uma função importante; seja seqüencialização (aí), seja anafórico (tipo assim), seja confirmativo (né?), seja algum tipo de implicatura discursiva para manter aberto o canal de comunicação (aham, sim, sim, é?, tá). Para o estudioso em questão, a Lingüística é a base da interpretação semiótica. Exemplo disso é o vermelho do semáforo e o vermelho da bandeira da França. Eles apresentam significados diferentes e não podem ser definíveis ao nível da sinonímia, até porque enquanto signo semiótico, tal possibilidade não se faz presente. Há, de fato, uma polissemia semiótica, mas a base explicativa para isso continua a ser lingüística. A cruz e a balança apresentam um mesmo significante imagético, mas os sentidos variam de contexto para contexto. Um outro ponto que merece atenção na abordagem dos estudos de Benveniste é que ele não aceita a concepção de que o sistema d elinguagem possa mudar; apenas as suas atribuições, o que combate a ontogênese, na instância de que uma linguagem primitiva não pode servir de base explicativa para qualquer linguagem moderna. Sendo um sistema, a linguagem não apresenta origem. Trata-se de um certo convencionalismo, onde entendemos que a linguagem, embora mude, não progride. Pierre Bourdieu critica o sistema de apadrinhamentos que há nas instituições de ensino. Segundo ele, constitui-se como sendo um engodo o fato de acreditar na existência de um ambiente acadêmico justo e competitivo como prerrogativa salutar, a fim de se selecionar as “melhores mentes”. Tem-se, com efeito, descaradamente as relações de poder que fomentam as desigualdades. Quanto ao aspecto concernente à utilidade da teoria, Bourdieu defende a necessidade de que não haja um distanciamento entre teoria e prática. Porém, se se deseja que a teoria esteja voltada para a prática, é necessário que, em sua formulação, tal premissa seja levada em consideração. Além disso, toda teoria acercada linguagem deve ser estudada na perspectiva de interface entre emissor e receptor em uníssono. Bourdieu estabelece uma oposição filosófica à própria filosofia, o que é um paradoxo, haja vista que ele próprio é fruto de todo um contexto filosófico, onde figuram textos canônicos tão criticáveis. O estudioso, porém, reconhece ser este o único cânone que temos até o momento e, para o melhor ou para a deriva daquilo que é pior, somos inspirados por ele. O conhecimento científico pode ser usado para legitimar uma ordem social injusta, transformando-se em uma forma de exercício de poder. Como Bourdieu propõe uma teoria esclarecedora e mais exeqüível, referindo-se a habitus como sendo uma estrutura sistemática para a produção prática. Noam Chomsky discordando da concepção behaviorista, onde a linguagem humana é desenvolvida mediante um sistema de estímulo/resposta, legitimou o postulado segundo o qual a capacidade cognitiva humana é algo imanente aos homens (inato). Adiante, ele estabelece a dicotomia competência e desempenho. Este se refere ao número de sentenças lingüísticas realizadas; aquele, como sendo a faculdade de o usuário produzir e entender um número finito de sentenças lingüísticas. Chomsky propõe uma “gramática gerativa” que abarca uma quantidade “x” de regras que definem e geram as sentenças lingüísticas. Tal modelo gramatical gera uma plêiade de descrições estruturais, sendo que cada uma delas apresenta uma estrutura profunda, uma estrutura de superfície, uma interpretação semântica e um interpretação fonética. Segundo o estudioso, a estrutura pode ser de três tipos básicos: 1) Gramática de estado finito – linear, suas sentenças são geradas a partir de escolhas simples da esquerda para a direita. 2) Gramática de estrutura frasal – refere-se à análise, concentra-se na multiplicidade dos significados viáveis dos mesmos constituintes da frase“velhos homens e mulheres” (para tomar o exemplo dado por Lyons) pode significar “(velhos homens) e mulheres” ou “velhos (homens e mulheres)”. (cf. LECHTE, 20003, P. 66 apud CHOMSKY).
3) Gramática Transformadora – refere-se à possibilidade de se derivar uma nova estrutura a partir de um número determinado de regra estruturais, representada por meio de uma “árvore” vertical.BIBLIOGRAFIA
SWANDER, Alex. Discorrendo sobre questões filosóficas. IN: Anais co CNLF, Rio de Janeiro.
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